segunda-feira, 22 de julho de 2013

Que sabor tem a maldade?



Não tenho a mínima ideia qual seria o sabor da maldade, pois ela é um dos piores adjetivos escabrosos que acometem em certas pessoas dotadas de muita inteligência, que dela nada fez e, culpam os outros pelos seus fracassos, tanto na vida sentimental quanto na profissional.
A maldade mora numa mente insana, capaz de transformar uma pessoa de bem em farrapo humano sem nenhuma piedade. Motivo: inveja, que corrói suas entranhas, sentindo o maior alívio em destruir uma vida construída com muito sacrifício, dedicação, altruísmo, sapiência e muitas noites mal dormidas.
Mas, o castigo chegará na hora certa, como vemos nessa imagem, de repente o gatinho sufocado, num último esforço pode esmagar seu agressor.
Portanto, a maldade é o maior impecilho que um ser humano tem para ser uma pessoa realizada e feliz.


Dorli Silva Ramos

domingo, 21 de julho de 2013

Renovação



Vou parar de dançar a vida, para fazer uma renovação, entrando num lago gelado, sair dessa contaminação. A vida é um jogo alucinado, o qual se deve entrar com cuidado, se ganhar dê vivas a sua vida, se perder deixa rolar a lágrima.
Vou olhar o céu amanhecer, sentir a brisa gelada no rosto, aquecer a vida e meu corpo com o sol, vou me fortalecer, jogar fora todo lixo do meu viver, doar meu coração a um amor e juntos ficarmos até o anoitecer para eu poder beijar a lua sem meu temor.

Dorli Silva Ramos

sábado, 20 de julho de 2013

Aos meus amigos virtuais...



A cada um dos meus amigos virtuais, aqueles que vêm todos os dias, os que vêm esporadicamente, aqueles que só colocaram seus rostinhos entre os amigos, mas nunca me fizeram uma visita, mais ilustram o quadro com suas belezas, aquele que me colocou para escanteio; não importa, o que importa é que são, um dia foram e serão  sempre meus eternos amigos virtuais.
Só uma coisa deve haver entre nós: o perdão por algumas falhas, pois se houvesse perfeição entre os homens, o mundo seria um vazio total.

Para cada um de vocês
Feliz dia 
do
Amigo virtual

Beijos virtuais no coração
Meu presente


Lua Singular

Crônica: coisas da vida...




 Parece engraçado, mas não é, logo eu que vou fazer sessenta e seis anos, nunca me policiei das palhaçadas que fiz e ainda faço da vida. Escola, dezesseis anos, era dia do professor. O que vamos fazer com eles? Tudo arrumado: professor ou professora entrava na sala, não faltou ninguém, sala lotada e a farra por começar. Existiam duas palhaças na mesma série: uma eu e a outra não posso falar o nome.
 Todos sentados, entra a professora para dar a primeira aula.- Bom dia, disse ela e ninguém respondeu, costumávamos nos levantar quando um professor entrava em classe. aquele dia foi diferente. Afinal era o dia dele.kkk
 Quando a professora foi começar a fazer a chamada, a palhaça aqui que já havia feito uma adaptação da letra da música da Maísa, começou: ( cantando, meio desafinada):
Ouça professora
A sua história não nos faz bem
Já estamos cansados 
De nunca, nunca tirar cem
Os exames não foram o bastante pra lhe convencer
Que a matéria é bem fatigante mesmo pra você
Quando uma bomba, por aqui estourar
E bem baixinho de remorso você chorar
Vai lembrar que um dia existiu
Uma aluna que só nota pediu
E você fez questão de não dar, fez questão de negar...

 E era aquela chuva de balas na professora...

 Daí, entra o professor sisudo, cumprimentou, ninguém levantou e nem respondeu:
 Na hora da chamada, a louca da minha amiga, sentou na mesa do professor e cantou a música de Jair Rodrigues, fazendo gestos bem pertinho do rosto do professor:

" Deixem que digam, que pensem, que falem
Deixa isso pra lá, vem pra cá, o que é que tem
Eu não estou fazendo nada, você também...."

A turma só na gargalhada e chuva de balas

 Me perguntam por que chuva de balas? É difícil responder, porque a maioria não tinha dinheiro nem pra comprar uma bala, quanto mais presentes para vários professores. Ah! Mas tinha o porquinho. Quem era o porquinho? Era o nosso colega de classe, coitado, "feinho", mas parecido com um porquinho do que um aluno. Mas, ele era legal, seu pai tinha uma armazém e ele "trouxe" muitas balas para jogar aos professores.

FIZ DA MINHA VIDA UMA PIADA PARA NÃO SOFRER...E VEM VOCÊ AÍ ME DIZENDO QUE O DINHEIRO NÃO DA PRA COMPRAR O CARRO DO ANO. EU DEIXO O MEU EM CASA PARA PAPEAR NA CIDADE E NÃO LEVO O CELULAR PARA NÃO ME ENCHEREM O SACO.KKK


Dorli Silva Ramos