sábado, 9 de abril de 2011

Atrocidades humanas


As atrocidades humanas sempre houveram e haverão de acontecer
em ritmo acelerado e sendo divulgado em Rede Mundial de Televisão.
E os crimes quase sempre ficam impunes mais na riqueza do que na pobresa.
Isso faz com que as pessoas cometam mais e mais atrocidades.
Nunca pensei de viver tanto para ver a cor do sangue num massacre de crianças,
crianças inocentes, mães desesperadas e muitos talentos perdidos, quanta maldade humana.
Quando era pequena, morando numa cidadezinha, quase nada sabia, não tínhamos televisão.
Já quando mocinha e estudei Hitler, Stalin e Mussolini  fiquei enojada com tanta crueldade.
Mas o tempo passou procurei viver minha vida com muita honestidade e fui vitoriosa.
Na minha modesta opinião de quem já viu quase tudo é o avanço da LIBERDADE.
Hoje, ninguém consegue mais controlar os seus filhos e eles acham que estão com a "bola toda".
E, ai dos  pais, em sua maioria, se forem contra eles, chegam até apanhar dos mesmos.
Meus Deus, eu queria morrer antes que o Senhor colocasse um fim nesse Mundo cruel.



Por você, sua bandida virei um espectro


No meu viver aí na Terra, sua bandida
Você foi a única mulher que amei na vida
Namoramos muito tempo com muita paixão
E numa noite estrelada  sem explicações
Me disse adeus

Há! fiquei sabendo o triste motivo, bandida
Era pobre e não podia lhe dar riqueza
E no mesmo lugar estrelado onde me disse
Adeus, suicidei-me

Meu espectro bateu no céu e Deus
Não me recebeu, pois não era a minha hora
Bati então no inferno e Lúcifer não me recebeu
Aqui não é seu lugar, pois seu único pecado
Foi amar aquela mulher bandida

E não tendo para onde ir fico vagando
Na sua casa para lhe fazer infeliz
E lhe digo, o tempo todo que for um espectro
Você não será uma mulher feliz

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A vida é como um trem em movimento


Nossa vida é como um trem em movimento
Entramos nele quando somos bebês
Ao chegarmos à primeira estação
Já somos lindos jovens rebeldes

No caminho até a segunda estação
Muitas mudanças nos acontecem
Conhecemos o amor e as desilusões
Mas temos que continuar até chegarmos
A terceira estação

Nessa estação já estamos mais maduros
Trabalhando muito conseguimos nos casar
Com uma bela mulher ao nossos olhos
E os filhos vão nascendo

Com esses fedelhos temos que chegar
Até a quarta estação e, já crescidos
Nos abandonam na última estação
Que solidão!

É o fim da linha o trem está velho
Não consegue mais o seu movimento
Pra chegar novamente
A primeira estação

terça-feira, 5 de abril de 2011

Mulher da cor do pecado


Mulher negra da cor do pecado, da cor do café
Quem é que não gostaria ser amado por ela?
 Não precisa se lambuzar de maquiagem
Sua beleza é irradiante e bem natural

Sua pele é aveludada que inveja qualquer mulher
Seu corpo é bem esculpido, sua boca é só paixão
Seu andar é malicioso, seu sorriso é nuvem branca
Seus cabelos encaracolados a deixa mais sedutora

Seu odor se mistura com um perfume raro
Que enlouquece muitos homens
 Quando vai fazer amor
Explode como um vulcão

O homem que tiver o privilégio de ter essa mulher
Seu sossego acabará para sempre
Seus ciúmes doentios poderão maltratá-la
E ele correrá o risco de perdê-la
Para outro, aí, irá endoidecer