segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Caminhando para o infinito!!!





-Dormia tranquilamente quando algo me tocou, senti uma sensação gelada em meu rosto. Imediatamente acordei, não conseguia ver nada, olhando embaixo da cama, um anjinho de asinhas coloridas, estava acuado com medo de mim. Então perguntei:
-Por que está com medo de mim? Não faço mal a ninguém... Ele vagarosamente saiu debaixo da cama,  abanou suas asinhas diante de mim e disse: - Venha comigo.
Deu-me um louca vontade de colocar a melhor roupa, bem leve e gostosa, colorir meu rosto com cores suaves e passar um perfume de uma fragrância estupenda que impregnasse todo o meu ser.
O anjinho disse que iria voltar para o céu e, de lá, daria as instruções do que ela deveria fazer.
Abri a porta, o crepúsculo do amanhecer sorria minha beleza, as flores roxeadas num tom claro se despetalaram e começaram, a me seguir pairando no ar suas belezas, umas borboletas sui generis saudavam meu caminhar.
Estava descalça e não sentia meus pés no chão, eles seguiam o mesmo ritmo das flores, os raios do sol obcecavam meus olhos e aqueciam meu corpo. Depois de muito caminhar chegamos perto do horizonte, nesse instante, o anjinho apareceu e me disse em tom de alegria:
 -Chegamos: além do horizonte você ainda não pode passar, pois você é um ser vivente e lá só moram quem não mais tem a dor do corpo e das desilusões. Lá só habitam os anjos puros de coração, mas tenho uma novidade para você, caiu do céu uma estrela quase sem brilho e se transformou em anjo. É lindo como o pôr do sol, exuberante e ainda não tem sua parceira - Quer conhecê-lo? Sem pensar duas vezes, respondi que sim.
O anjinho entrou trouxe aquele jovem, quase amarelei, ao ver tamanha beleza: seus olhos esverdeados, cabelos pretos e lisos, aquela boca carnuda. Chegou perto de mim, deu-me um suave beijo. Desfaleci.
Acordei assustada, o lindo jovem a me olhar, então, perguntei o porquê estava naquele lugar maravilhoso e o jovem disse-me que eu já me encontrava além do horizonte. Fiquei feliz.
Não tardou muito, houve o nosso casamento e muitos filhos nasceram dessa união e era  algo sutil, pois, me amava e me beijava com a mesma intensidade  do primeiro dia e nunca perdíamos as nossas belezas.
  

Dorli Ramos

domingo, 16 de dezembro de 2012

Quero agradecer!






Agradeço de coração  J.R.Viviani 
 Mestre dessa grandiosa obra
Uma obra de formar poetas e autores
Meus sinceros agradecimentos
A todos que me prestigiaram, deixo meu presente:
 e


Gracita, Chica, Carmem Lúcia, Vera Portela


Ghost e Bind, Chico Bueno, Maria Tereza Fheliz

Everson Russo, Maria Machado, 

Nádia Santos, Jaqueline, Por toda a minha vida

Elvira Carvalho,Rosa Matos, Mary

 Célia Rangel, Vilma Piva, Metamorfoses

Escritora de Artes, Evanir, Clau

Bia Hain, Zilani Célia, Lu Nogfer

Rita, Bento Sales, Maura

S óniaM, Pedro Luis López Peres

Sissym, Cesar, Clarice Moreno

Tunin, Roseli Rosa, Viviani.S.C.P.

Janete Sales(Dany), Kellen Bitencourt, Bruxa

Mariangela, Orvalho do céu, Ana Salviato

Elias  Akhenaton, Marília Bonatti

Rosa Branca, ricardo alves, Isa Lisboa

Dídimo Gusmão, Duendes, Maria Alice Cerqueira 

Rio Sul2012.com,Patrícia Galis, Sonia(Mattiva)

Tunin, António Manuel- Tómanel



Levem essa gracinha com vocês








Dorli Silva Ramos
A
Lua Singular

Os que vierem fora de hora
Vou colocando
Acima

Uma realização de:
http://www.vendedordeilusão.blogspot.com.br 

sábado, 15 de dezembro de 2012

MIMO DA GRACITA


Parabéns Dorli !!!!!!





Amiga querida quero te aplaudir
pela exuberância da sua tessitura
Você é uma escritora super talentosa
Seus contos e poemas são um deleite para o leitor
Parabéns querida
Você merece todas as honras e homenagens
Beijos
Gracita

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Obrigada
Lua Singular

Meu pequeno paraíso





Ah! se eu pudesse sumiria da cidade
Para morar num casebre à beira d'um rio
Onde eu e meus familiares pudéssemos sorrir
Na tranquilidade de uma vida sem desamor

Uma vida simples, um fogão a lenha e um casebre
Iria  rodeá-lo de lindas flores do campo coloridas
De todos os tipos, cores, tamanhos e fragrâncias
Plantaria na beirada da estrada flores vermelhas

A relva verdinha, fresquinha de orvalho do alvorecer
Um rio enorme para poder nadar com toda família
Depois do jantar, ver aparecer o crepúsculo do entardecer 
Onde o verde dos morros seria intenso para um belo reluzir

Os raios do pôr do sol ofuscando meus olhos dizendo-me adeus
Sentado em qualquer canto fora da casa viria um espetáculo
Extasiado ficaria a ouvir o coaxar dos sapos, o trilar dos grilos
Uma brisa gelada molharia meu corpo deixando-o gelado

Vindo atrás uma forte chuva. Ah! pulava no rio à nadar
São essas pequeninas coisas que todos nós poderíamos ter
Se os homens se amassem, se respeitassem e se tolerassem
Mas, infelizmente, esse lugar fica num canto do meu cérebro
Porque na realidade não posso viver de sonhos, mas o real dói

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Dorli  Ramos