quarta-feira, 27 de abril de 2011

O primeiro aniversário do meu bloguinho








Hoje, Lua Singular completa um ano com muito entusiasmo e muitos agradecimentos aos seus leitores.
Não sou nenhuma poetisa, transformo minhas vivências em poesias simples para lembrar que minha vida foi cheia de boas realizações, felicidades, sorrisos e não dando muito tempo para as tristezas
Que todos vocês vibrem com muita intensidade cada etapa de seus viveres.

PRA TODOS OS LEITORES DE LUA SINGULAR
O
PRESENTE
É
PRA
VOCÊS

FLORES QUE ENCANTAM NOSSO VIVER

Adoro apreciar a flores
No seu habitat natural
Só não gosto de apanhá-las
Pra não ver suas mortes fatais

Flores do campo são as mais lindas
Não precisamos adubá-las
Pois são os pássaros quem as cultivam
Em troca de seus alimentos
Juntas elas têm um colorido deslumbrante

 A chuva e o sol vêm visitá-las
Para que floresçam sem brigar
Pois cada uma tem seu encanto
E seu perfume natural

Hoje vemos essas flores maravilhosas
Em pouquíssimos lugares
Pois a morte vem com as máquinas
Para dar lugar as construções

Noutro lugar nasce um tapete de canavial
Roubam os seus lugares e nossos sonhos
Os pássaros fogem para as cidades
 Desaparecem os encantos das flores naturais

NOSSO PRESENTE E FUTURO



 
OBRIGADA POR TUDO
DORLI

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Paixão e Amor

PAIXÃO

Paixão é uma chama ardente
Que corrói as entranhas adentro
Amor é serenidade e belos encontros
Beijos suaves como dos eternos namorados

Na juventude brota a grande paixão
O corpo é vulcão em erupção
Na maturidade o amor é verdadeiro
Encantos e muitos comprometimentos

Paixão se tem por atração física
Amor é para alguém em especial
Paixão e amor se completam
Numa bela razão de viver

Quem ama verdadeiramente
Nunca abandona o seu grande amor
Pois se a paixão se aquietou
Vamos dar vivas ao amor

AMOR



As coisas belas da vida


No curto tempo de vida aqui na Terra
Deus nos deixou vários caminhos a seguir
Eu preferi curti-los com muito empenho
Para não poder me machucar

Minha infância foi uma delícia
Ruas para brincar, flores para apreciar
Porcos, galinhas, horta e um pequeno
Burrinho para montar e cavalgar

Na minha sutil adolescência
Muitas escolas e livros para estudar
Lindos namorados para beijar
Viagens e lindos sonhos a sonhar

Na idade adulta era belíssima
Como uma flor da primavera
No altar sorridente e toda de branco
Disse " sim " ao meu amor

 Os anos foram passando com muita rapidez
Trabalhando muito para conquistar
Meu cantinho para abrigar meus filhos
Que hoje já estão bem crescidinhos

Cheguei rapidamente a minha velhice
Uma idade de reminiscências e paz
Tenho "causos" a contar pros meus netos
Até a morte chegar

domingo, 24 de abril de 2011

Por estupidez, Renata quase perdeu seu grande amor




Por estupidez quase que Renata perdeu seu grande amor
Ele era lindo, muito culto, rico e amoroso
Namoraram por quase um ano
Quando houve a desastrada separação

Outro jovem que também a amava muito
E não suportando  vê-la nos braços de outro
Inventou que seu amor estava com outra mulher
Numa pequena quermese do interior

No outro dia quando ela se encontrou com seu amado
Disse-lhe: acabou, eu não lhe quero nunca mais
Sem ao menos dar tempo dele falar nada
Saiu correndo, enxugando suas lágrimas de dor

Depois de uma semana o outro apaixonado
Veio arrependido lhe pedir perdão de joelhos
No meio de uma grande platéia a ouvir tudo
Declamou o seu grande amor por ela, chorando
Renata não lhe perdoou e o mandou embora

Renata, que era segura de si, por muitas vezes
Foi procurar seu grande amor para se desculpar
Mais ele nunca a perdoou e sumiu da cidade
Passado alguns anos Renata estava no altar

Para se casar com outro homem mesmo sem amor
Seus olhos estavam cheios de lágrimas de saudades
De repente, Saiu correndo pelo corredor da igreja
Deixando seu noivo sozinho no altar

Desceu as escadas correndo, eis que para seu espanto
Estava seu amor de moto ligada a sua espera
Subiu na moto, mesmo sem o capacete
Fugiram, ninguém mais ouviu falar deles

Lua Singular comenta: Não é ficção, eu estava no casamento.( a única inverdade é que era carro)