sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Homenagem ao dia dos pais




Olá pai! Eu poderia te homenagear com um lindo poema ou presente, mas sei que o que vou te dizer agora, tu vais gostar mais, do que se ganhaste na loteria.
Criaste-me com muitas dificuldades e eu ainda pequeno fazia birra que queria tudo o que as outras crianças tinham, e tu não me batia, mas sempre dizia: papai gosta de birra, faça muita birra. Cansado, sentava-me no teu colo e adormecia. A vida foi melhorando, mas eu querendo sempre mais.
Cheguei na adolescência muito revoltado com a vida, não gostava de trabalhar e pouco estudava.
Ah pai! Quantas noites mal dormidas proporcionei para ti. Amigos facilmente me levaram para o mundo das drogas, aí tu ficaste mais esperto e me apertaste, era o comecinho. Tu, meu pai, me bateste e chorava. Tuas lágrimas até hoje não esqueço, então comecei a ficar com uma raiva danada de mim mesmo. Tu pai, percebeste e começamos a conversar seriamente e após alguns meses, estava à estudar e trabalhar com afinco. Nossa vida mudou. Era só alegria.
Pai: eu te devo o que sou hoje, um homem de sucesso, honesto e te trouxe um presente feito por mim, o maior presente que um pai pode ganhar quando estiver na tua idade.

TEU NETO

ME PERDOA PAI...

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Gostas de orvalho


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Se uma gota de orvalho d'uma flor
Cair nos teus lindos olhos de paixão
Acenderá o teu coração adormecido
Com certeza, recordarás nosso amor

Vou nos campos procurar uma flor azul
Retirar uma a uma as gotas de orvalho
Colocar dentro de um vidro de cor lilás
Enviar-te para que tu nunca me esqueça

Ao pegar este frasco ele cairá no chão
 Pequena gota de orvalho cairá nos olhos
Cada gota de orvalho irá se transformar
Num riacho de lágrimas a choramingar

O aroma do orvalho impregnará teu corpo
Sentiras teu corpo queimar de saudades
E tu virás arrependido pedindo pra voltar
Aperto-te no peito, surgirá louca paixão


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A escuridão da alma


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Na escuridão da noite
Saio a vagar minha dor
Caminho entre trevas
Minha alma me despe

E a escuridão permanece
Caio em sono profundo
Um vento forte... sonho
 Com força  me arrebata

Minha alma congela o corpo
Sinto meu corpo arrepiar
Onde estou?...não sei...
Num mundo de solidão

Quero clarear minha alma
Sentir o gosto da vida...
Viver um sonho impossível
Sentir o calor dos raios do sol

Por que estou aqui nessa treva?
Ah! Recordo, amor se foi
Deixando-me só, à deriva
D'uma força maléfica

Minha alma parece aquecer
Vejo pessoas a me sorrir
Lágrimas...choro...felicidade
Pensaram que a morte sorria


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A lenda da Sucuri




É uma das mais conhecidas lendas do folclore amazônico. Conta a lenda que em numa tribo indígena da Amazônia, uma índia, grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas crianças gêmeas que na verdade eram Cobras. Um menino, que recebeu o nome de Honorato ou Nonato, e uma menina, chamada de Maria. Para ficar livre dos filhos, a mãe jogou as duas crianças no rio. Lá no rio eles, como Cobras, se criaram. Honorato era Bom, mas sua irmã era muito perversa. Prejudicava os outros animais e também às pessoas.
Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas perversidades. Honorato, em algumas noites de luar, perdia o seu encanto e adquiria a forma humana transformando-se em um belo rapaz, deixando as águas para levar uma vida normal na terra.
Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muita coragem para derramar leite na boca da enorme cobra, e fazer um ferimento na cabeça até sair sangue. Ninguém tinha coragem de enfrentar o enorme monstro.
Até que um dia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato da maldição. Ele deixou de ser cobra d'água para viver na terra com sua família.

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