
Na
impotência da vida sou o nada
A
brisa gélida sufoca meus sonhos
Vou
me embrenhar pela vida afora
Sou
um grão areia no belo universo
A
morte abraça meu corpo gélido
Tenho
muitas ilusões ainda doídas
Sou
só, sujo com o suor do andar
Meu
destino é o caminho do nada
Sinto
frio não sei onde vou parar
A neblina faz um odor fedorento
A neblina faz um odor fedorento
Ao
atar o meu corpo no caminhar
Minha
verve é tolhida pelo vento
Paro
no lago banho as tais ilusões
A tal sina é meu 'andejar' no nada
Recolhi
alguns dos meus sonhos