domingo, 6 de dezembro de 2015

Amor Singular

amor

No meio da multidão com o bailado de aviões, pessoas vibravam com as acrobacias, de repente você olhou para mim, olhar meigo que me cativou veio em minha direção. Minhas pernas estavam trêmulas e ao chegar perto de mim quis saber meu nome e onde morava. Eu disse, ele voltou a sua posição, estava à serviço.
Pensei ter sido só um interesse bobo e não liguei. À noite me arrumei como uma princesa e fui passear com minhas amigas num pequeno recanto.De repente você chegou: estremeci, pernas bambearam; saímos à passear.
Dênis era seu nome, pegou em minhas mãos e as beijou.Uma educação e carinho de dar inveja, saímos de mãos dadas, entramos no carro e no mesmo lugar falou: Menina moça, você me encantou com esse seu jeito “aloprado” de ser, seus lábios cor de sangue e cor da paixão, vou fazer uma pequena viagem para minha cidade e quando voltar quero me casar com a bela desconhecida. Nos despedimos com um beijo carregado de paixão e nunca mais voltou...Não tive coragem saber o que havia acontecido.

 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Onde dormem os anjos??



Os anjos sequer não podem dormir nem um pouco
Eles têm uma multidão para cuidar
Homens, mulheres, velhos e principalmente crianças
Que por serem mais frágeis que os adultos
Eles conseguem acordar os pais quando seus filhos têm febre
Eles dizem num só som: obrigada meu anjo da guarda
Deus os colocou no mundo para ajudá-Lo
A cuidar desse imenso universo tão belo, mas perigoso
Mas temos também de fazer a nossa parte
Tomando cuidado nas festas, nas estradas com os carros
Para que todos cheguem as suas casas bem saudáveis
Não deixando nenhum amigo morto
No asfalto


sábado, 28 de novembro de 2015

Discrepância



Será que não está na hora de Deus acabar com essa vergonha que passamos morando na Terra? Não reclamem de seus países, venham morar aqui, mas não sejam professoras de uma metrópole, pois além de comer salsicha o ano inteiro para pagar uma Faculdade de última categoria, tem que sujeitar a fazer concursos públicos. você tem que estudar o que você nunca aprendeu na escola para passar num concurso, mas você rala, memoriza e passa nem que seja no último lugar, você terá que "pagar" para trabalhar senão: bau!bau!, mais um sonho morto no necrotério dos pobres.
Entra na sala de aula se não fechar o bico apanha dos alunos e se relar numa criança desse tipo, você está frito com a justiça, pois mães não são de antigamente, pois se houvesse reclamação apanhávamos a prestação, pois mãe também precisava trabalhar. se chorasse apanhava mais.
Mas nem tudo está perdido, pois existem os bons alunos que estudam, estudam até de madrugada e a dificuldade de conseguir pelo ao menos um emprego privado, pois o entrevistador sente o cheiro da roupa alugada e o suor do negro ( mesmo limpinho, a virilidade fala mais alto), não servem querem os branquelos mesmo desprovidos de inteligência, os "coitados" esses então quando passam em algum concurso, pegam no pé até eles pedirem a conta.
Vamos então voltar à escravidão , levaremos uma leva de pobres discriminados e acabaremos com esse mundo nojento. Como? Não sei, e?
As palavras em azul não se aprendem na escola, mas fazem muita diferença numa sociedade que precisa mudar. Ou...


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A vida de João


violeiro

João era um rapaz tímido, levara um "fora" da namorada, o qual o deixou sem chão, pois a amava demais. Gostava de tocar seu violão e para descontrair bebia um golinho de cachaça. Deixou seu emprego e virou um boêmio.
Ficava tocando seu violão no bar da dona Cândida e suas músicas eram tão lindas e chorosas que o bar ficava lotado de gente a beber e comer petiscos.Dona Cândida dava um prato de petiscos para ele e ficava até a noite. Quem passasse pelo bar parava para ouvir o violeiro cantar a sua dor.
De repente João ficou famoso e muitos queriam levá-lo do bar para gravar discos. Ele foi, mas disse a D. Cândida: eu voltarei, pois aqui nesse bar é meu recanto de lembranças.
E lá foi João para a cidade grande gravar seu primeiro dos muitos CDs. Ficou rico, mas voltou ao bar da dona Cândida, deu algum dinheiro para ela reformar o bar, pois estava ficando pequeno para tanta gente. Ele não gostava de fazer show, mas permitia alguns cantores famosos cantá-los na televisão e ficava contratado o seu cachê, seus discos vendiam muito e eram tocados nas rádios.
Passado uns três meses, estava tocando sua música preferida, eis que aparece no bar sua antiga namorada, ainda muito bonita, ficou a ouvir a música até terminar. João tomou dois goles de cachaça e perguntou a sua ex: o que você veio fazer aqui no bar Angelita? Vim tentar reatar nosso namoro, eu nunca o esqueci.
João era muito querido pelas mulheres da cidade desde que era pobre e chegou perto de uma e perguntou: Rosinha quer namorar comigo, ela ruborizou e disse que sim, tirou-a da cadeira, beijou-a na boca. Todos aplaudiram e a antiga namorada foi saindo de fininho e nunca mais voltou.
João aprendeu amar Rosinha, uma linda moça que já o amava, se casaram e tiveram quatro filhos para a alegria do casal.
O bar da dona Cândida ficou triste sem seu violeiro, mas agora casado não podia ficar tocando em bar, mas dava a D. Cândida um CD cada nova gravação, daí voltou o seu sorriso.
Hoje, na sua casa mora a felicidade que ressuscitou João para a alegria e toda família vive feliz.