
Quando o Sol está
por dormir corro ao melhor ângulo onde moro para dar boa noite a ele. Tenho
como companhia uma linda ave que voava de um lado para o outro. Eu sento com as
pernas cruzadas, braços esticados para pegar todas as boas energia do Sol.
O Sol dorme, eu
tento voltar para casa, está um breu, de repente sinto alguém me abraçar,
conheço seu cheiro, é meu amor. Caminhamos no sítio afora e, de repente começou
a chover, ele me abraçou, não aguentamos e ali mesmo nos amamos.
Não longe dali
havia uma pequena cachoeira e lá fomos nos banhar e perto dela dormimos numa
grama fresquinha.
Na minha casa todos
apavorados com minha ausência e muitos com lampiões nos encontraram dormindo
abraçadinhos.
O nascer do sol nos
acordou, apavorados, saímos correndo e as duas famílias já estavam em casa;
gostoso passar a noite na cachoeira. Hein? Minha mãe mandou-me tomar banho,
enquanto isso meu namorado foi fazer o mesmo.
Nosso gostoso
castigo: em um mês já estávamos casados. Tínhamos nossa casinha, eu costuro pra
fora e ele era meeiro com papai.
Depois de nove
meses nasce Manoela, paparicada por todos.






