segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Verdes da minha terra (Fiz outra porque baguncei)



Ai que saudade da minha terra
Onde o verde predomina a cidade e campos
Moro hoje numa pequena cidade
Cercada de canaviais

Cidade ou o campo o verde prevalece
A limpeza é sempre primordial
Da gosto quando vou respirar o ar puro
Da minha cidade natal

Mas sei que nunca mais lá irei morar
Recomeçar já é muito tarde
Já finquei raízes e muitos amigos cá
Mas sempre vou visitar por lá

A comida é uma delícia e natural
Lá como pinhão, milho, legumes e verduras
Subo o morro, tomo água de coco
Todo ano mato minhas saudades por lá 
 

" Picuinhas "




roxa


Atenção

A partir de amanhã vou tirar férias do meu próprio eu. Talvez eu não volte mais, pois já estou cansada de ser usada depois ser jogada no lixo, ninguém pergunta se você está bem ou não.
É uma guerra de quem tem mais comentários, isso e outras coisas mais. Não estou generalizando. Comentários não é sinal de visualizações
Aqui viro uma professora grátis e quando pegam o jeitinho da coisa nem aparecem mais para saber de nada.
Não tenho mais idade para passar por essas agonias e nem preciso do blog para viver, muitas vezes estou de cama, não apareço na hora para responder os comentários, já ficam bravos comigo no email.
Eu trabalhei quarenta anos bem remunerada.( Fora as "picuinhas").
Se um dia eu voltar irei escrever para meus visitantes e não receberei e nem farei comentários a ninguém, apenas para distrair minha cabeça e escreverei esporadicamente.
Sinto pelos bons...

domingo, 12 de novembro de 2017

Verdes da minha terra(fechei os comentários semquerer).




Ai que saudade da minha terra
Onde o verde predomina a cidade e campos
Moro hoje numa pequena cidade
Cercada de canaviais

Cidade ou o campo o verde prevalece
A limpeza é sempre primordial
Da gosto quando vou respirar o ar puro
Da minha cidade natal

Mas sei que nunca mais lá irei morar
Recomeçar já é muito tarde
Já finquei raízes e muitos amigos cá
Mas sempre vou visitar por lá

A comida é uma delícia e natural
Lá como pinhão, milho, legumes e verduras
Subo o morro, tomo água de coco
Todo ano mato minhas saudades por lá 

sábado, 11 de novembro de 2017

Saudade do meu amor




Era uma estudante peralta com meus dezesseis anos quando te conheci. Tu transformaste minha vida, comecei a amar-te. Não conhecia o amor e quando beijou meus lábios pela primeira vez, estremeci. Meu coração ficou acelerado e com teus leves carinhos fui voltando ao normal.
Um dia meu coração sangrou, Tu pilotavas um avião, ele explodiu no ar. Meu coração ficou sangrando de dor e até hoje sinto saudades tuas.
Sabia que a vida tinha que continuar, mas a cada dia que passa tu permeias minha vida. Ninguém tomou o teu lugar, morri contigo enclausurei-me dentro do meu próprio eu. Formei-me em enfermagem para ajudar quem sofre a dor da carne, não sei o que é pior das dores, talvez sejas a saudades que tenho de ti.
A minha vida entreguei a ti, olho o teu lindo retrato e as lágrimas teimam em cair, as deixo cair para aliviar um pouco a dor da perda.
Nunca mais amei ninguém, bem que tentei namorar outra pessoa, se o deixava me beijar imaginavas tu acariciando meus lábios. Acordava do devaneio e numa conversa séria desistia do namoro.
Se foste tu que me beijavas seria bem longo, pois tu foste meu primeiro e único amor. Nunca te esqueci.
Hoje, já bem velhinha, releio tuas cartas de amor amareladas pelo tempo, consigo sentir o teu cheiro o sabor dos teus beijos.
Tínhamos planos para o nosso casamento, meu enxoval já estava pronto, mas o destino não quis, mas no meu quarto converso contigo e sei que logo irei te encontrar em algum lugar e como duas almas de mãos dadas andaremos por entre nuvens.
De repente acordo das minhas ilusões, está na hora do jantar. Moro com uma irmã que não deixou que eu fosse para uma casa de abrigo.
Mas não dou trabalho, acredito que morrerei dormindo e lá nas nuvens ele estará a minha espera.